16 de Julho de 2007
Artigo da Semana Vagas em Logística Dicas Bibliográficas e vídeos
Editorial

Aproveitando os “bons ventos”


Prezado leitor,

Apesar das constantes decepções reveladas quase todos os dias envolvendo parlamentares do congresso nacional e servidores públicos, o Brasil ainda respira um leve crescimento econômico motivado pelo aumento das exportações em decorrência da credibilidade que o país ainda sustenta com investidores do mercado internacional. Uma prova disso está na matéria “cabeça” desta edição do Newsletter – Desenvolvimento & Logística, onde fala das quatro novas empresas que se instalam no Complexo Industrial Portuário de Suape, Pernambuco.

         A Bahia também é peça-chave nesse resultado positivo. O Estado nos últimos anos tem demonstrado expansão em diversos segmentos e sua média de crescimento está acima da do resto país. Grande empresas, multinacionais, lideraram as exportações no estado no primeiro semestre, como explica a matéria “Exportações baianas crescem 10,3% no primeiro semestre”.

         Um outro segmento com boa projeção no mercado é o automobilístico, onde mesmo com a queda do dólar - que influencia negativamente no preço de venda do produto e, consequentemente, na disputa com o mercado internacional - se prevê uma produção de 10% acima do resultado do ano passado.

         Como se pode perceber, os espinhos não são a maioria no caminho de quem quer crescer. Vamos em frente!

 

Aproveitando os bons ventos, convido-lhe para visitar o calendário dos treinamentos, http://www.norteconsultoria.com/calendario.htm, que serão realizados pela Norte Consultoria S/C nos próximo dias. Gerenciamento de Transportes e Frotas, com Antônio Carlos Resende do Grupo IMAM, que possui larga experiência no assunto, será o próximo a ser realizado nos dias 20 e 21 de julho em Salvador.

 

Até a próxima semana!


***
Inscrições para os cursos:
Tel.: (71) 3379-1525 - (71) 3379.4280
E-mail: contato@norteconusltoria.com
www.norteconsultoria.com

Índice
 
Notícia

Quatro novas empresas instalam-se no complexo

O balanço do primeiro semestre no Complexo Industrial Portuário de Suape indica também o aumento do número de empresas instaladas ou em processo de instalação no local.
Nos seis primeiros meses deste ano, o número de empresas em instalação atingiu 14 empreendimentos, que somam investimentos de US$ 152,1 milhões e a geração de 2.042 empregos diretos.
A lista de empresas abrigadas em Suape inclui empreendimentos divulgados no governo Jarbas-Mendonça, como a indústria argentina Impsa, que produz geradores de energia e terá investimento de US$ 10 milhões. Mas também traz empresas aprovadas já na nova gestão do porto. Na reunião de diretoria realizada ontem, foram aprovadas quatro novas empresas, que somam investimento de US$ 9,6 milhões e devem gerar 392 empregos diretos.
A Urbano Industrial vai instalar uma unidade de beneficiamento de arroz e a Multifarinha do Brasil importará e beneficiará farinha de trigo. Já a Arclima Engenharia produzirá peças para ar condicionado e a Suata Serviços e Logística, já em operação no Porto, fará a duplicação da sua unidade. De acordo com o vice-presidente do complexo industrial e portuário, Sidnei Aires, a diretoria tornou mais rígidos os critérios de autorização de funcionamento de uma empresa em Suape. “Queremos que sejam empresas que não apenas funcionem no porto, mas que estejam integradas com a área portuária e gerem movimentação de cargas, enfatizou Aires”.

 

 


http://www.intelog.net

Exportações baianas crescem 10,3% no primeiro semestre


Promo registra uma movimentação recorde de US$3,38 bilhões no período.
A valorização dos preços no mercado externo sustentou o crescimento das exportações baianas no primeiro semestre desse ano, quando as vendas do estado registraram uma elevação de 10,3% de faturamento, frente a igual período do ano passado. Na média, a alta de preços girou em torno de 9%. De acordo com o Promo – Centro Internacional de Negócios da Bahia, o volume movimentado no exterior alcançou US$3,38 bilhões, o que caracteriza um novo recorde de exportação para o período da análise.
O aumento do faturamento não foi acompanhado por igual aceleração da produção, que cresceu fisicamente apenas 1,1% no primeiro semestre. Semelhante ao que aconteceu com as vendas externas, as importações também fechou em alta. O desempenho foi duas vezes maior que o das exportações, com a elevação de 21,2%, fechando o resultado em US$2,46 bilhões. No confronto, a balança comercial baiana alcançou o resultado de US$92 milhões.
O gerente de informações e estudos do Promo, Arthur Souza Cruz, explica que os efeitos da valorização do real ante o dólar – com a queda da cotação de preços da moeda americana – afetam todos os empresários, independentemente do porte da atividade.
“Evidentemente que os pequenos e médios sofrem mais porque têm menos escala de manobra”, comentou o economista. Isso significa dizer que, em virtude da configuração da cadeia industrial baiana, os mais prejudicados com a retração do valor do dólar são as empresas de vestuário, confecção e de frutas. “Mas, o reflexo do câmbio atinge indistintamente todos os setores”, pondera Cruz.
As empresas Caraíba Metais, Petrobras, Braskem, Ford e Veracel Celulose foram as que lideraram as exportações no estado no primeiro semestre desse ano. Na lista dos mais exportados, destacam-se os fios e catodos de cobre, com US$441,5 milhões em vendas, o óleo combustível, com US$353,1 milhões, celulose, com US$346,9%, automóveis, US$308,2 milhões, o complexo de soja, com US$162 milhões e benzeno, com US$100,6 milhões. Já as importações foram impulsionadas pelos setores de bens de consumo e bens de capital.

Os principais destinos das vendas externas foram liderados pelos Estados Unidos, com 21% de participação, Argentina, 11,7%, Países Baixos, 9,3%, e China, 7,7%. Na lista de fornecedores, destacam-se o Chile, a Argentina, os Estados Unidos e a China.

 


 
Fonte: Correio da Bahia

Nova projeção prevê produção 10% maior


Na expectativa do anúncio do pacote automotivo, que chegaria com a finalidade de fortalecer a competitividade dos veículos brasileiros no mercado externo, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou novas projeções de produção, vendas e exportação, embaladas pelos recordes do primeiro semestre.
A produção, segundo as novas previsões, deverá alcançar 2,87 milhões de veículos, 10% acima do resultado do ano passado. A estimativa anterior previa um crescimento de 6,5%. A alta será sustentada pelo mercado doméstico, cuja previsão é alcançar 2,35 milhões de unidades, um crescimento de 22% sobre 2006. São 140 mil veículos a mais que a antiga previsão.
Por outro lado, os volumes exportados deverão cair 11%, contra 8,5% previstos anteriormente. A queda do dólar prejudica a competitividade do produto nacional no exterior, pois as montadoras são obrigadas a reajustar os preços de seus produtos.

A projeção de crescimento do mercado local e da produção foi revista por conta dos bons resultados do primeiro semestre, que registrou recorde. Foi produzido 1,38 milhão de unidades, 6,3% acima que os seis primeiros meses de 2006.
Já o mercado doméstico ultrapassou pela primeira vez a barreira de 1 milhão de veículos vendidos no semestre, superando em 25,7% o mesmo período do ano passado.
"Não creio que este crescimento do mercado local seja uma bolha. Na minha visão, trata-se de um novo patamar de crescimento sustentado pelo crédito", diz Jackson Schneider, presidente da Anfavea. Ele destaca também a baixa inadimplência -2,9% em maio-, que torna segura a injeção de mais volume para financiamentos.

 


 
http://www.ntcelogistica.org.br

Brasil elevará tarifas de importação

 

O Brasil vai elevar, nem que seja sozinho, as tarifas de importação de confecções e calçados para conter a enxurrada de produtos estrangeiros no mercado doméstico, especialmente os chineses. Esse procedimento – chamado de waiver, uma exceção – será adotado caso Paraguai e Uruguai vetem o aumento das alíquotas na Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul, solicitada pelo governo brasileiro aos sócios do bloco como forma de proteger as indústrias nacionais da forte concorrência com os importados, intensificada devido à valorização cambial.
“O waiver é uma possibilidade”, afirmou o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho. Junto com autoridades e empresários brasileiros dos setores calçadista e de vestuário, Ramalho fará mais uma tentativa de acordo na próxima segunda-feira, em Assunção. Na semana passada, o Brasil pediu a elevação da TEC, usada no comércio com países que não fazem parte do Mercosul, durante a reunião de presidentes do Mercosul, na capital paraguaia. Somente a Argentina concordou.
Paraguaios e uruguaios, cada um com suas razões, vetaram a medida. Os uruguaios pediram mais tempo para pensar, tendo em vista que o governo daquele país tomou medidas recentes para ajudar as indústrias nacionais. O aumento na TEC poderia ser encarado como uma dupla proteção. Já os argumentos dos paraguaios são difíceis de entender: o governo daquele país afirma que as indústrias calçadistas e de confecções simplesmente não estariam concordando com as alíquotas maiores, mesmo com o avanço das importações chinesas. Levando em conta que o Paraguai tem um amplo leque de demandas para vender mais para o Brasil, a justificativa provoca desconfiança em várias áreas.
“Pode até haver pressões, mas não vamos barganhar nada, não há moeda de troca”, avisou Ramalho. Governo e empresários brasileiros farão um esforço concentrado para chegar a um acordo com os dois sócios do Mercosul o quanto antes, provavelmente em até duas semanas.(AG)

 


http://www.correiodabahia.com.br

Governo vai mudar diretorias dos portos

 

O ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, disse que é preciso dar "velocidade" à execução dos recursos previstos para o setor no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
E anunciou que até o fim do mês as gestões das companhias Docas serão profissionalizadas, com o afastamento dos indicados políticos. Segundo Brito, todas as sete companhias do País foram loteadas politicamente e por isso "não funcionam".

Ele disse que na próxima semana deverá apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um diagnóstico completo das gestoras dos portos. "Daqui para frente, todas as companhias Docas vão ser geridas por profissionais do mercado. Não existirão, como no passado, indicações somente políticas", garantiu. "O meu prazo é o final deste mês."

Brito disse que Lula assegurou mais verbas após a execução do previsto no PAC - R$ 2,7 bilhões até 2010. "Não podemos nos candidatar a recursos novos enquanto temos esses recursos para aplicar", destacou.
Após se reunir com empresários na Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte , ele chamou a atenção, ainda, para a necessidade de adequação ao "novo contexto mundial" - a expansão do Canal do Panamá e a expansão "extraordinária" da Ásia.  

 


http://www.brasilcomex.net

Antaq quer simplificar atuação do governo em portos

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Antônio Brito Fialho, disse que tem a intenção de simplificar a atuação do governo no setor.
Fialho diz ainda que a burocracia provoca atrasos nos processos de liberação de cargas. A Antaq, segundo ele, também está preocupada em regulamentar o setor portuário, que hoje é visto como instável pela iniciativa privada.
Fialho participou de audiência pública sobre a movimentação de cargas em portos na Comissão de Viação e Transportes. Na mesma reunião, o secretário-adjunto da Secretaria Especial de Portos, José Roberto Serra, disse que o órgão recém-criado também incluirá em sua agenda a desburocratização do setor.
O presidente da comissão, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), designou o deputado Décio Lima (PT-SC) para mediar o diálogo entre o colegiado e setor que atua em portos.  

 


http://www.brasilcomex.net

IEDI Vê melhora no perfil de setores líderes da produção

Um olhar mais detalhado sobre a composição da produção industrial de maio (crescimento de 1,3% ante abril e de 4,9% frente a maio de 2006) mostra uma mudança no perfil do indicador. De janeiro a maio de 2006 os cinco setores com maior peso no índice, responsáveis por 66,8% da evolução total da indústria no período, foram máquinas de escritório e equipamentos de informática; indústrias extrativas; máquinas e aparelhos e materiais elétricos; refino de petróleo e álcool; material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações.
Esses setores cresceram, sobretudo, por conta de incentivos fiscais e de crédito, que animaram a indústria de bens de informática; preços internacionais e demanda externa, especialmente para produtos da indústria extrativa como petróleo e ferro; e a explosão de celulares.
Já nos primeiros cinco meses de 2007, os setores líderes de crescimento, com 70,9% do incremento total, foram máquinas e equipamentos; veículos automotores; metalurgia básica; alimentos e máquinas para escritório e equipamentos de informática.
De acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), há vantagens nessa mudança de perfil. Primeiro, porque os segmentos líderes do ano passado não tinham grande poder de irradiação de seu dinamismo para outros setores da economia, por conta, sobretudo, de seu pequeno componente de emprego ou alto coeficiente de importação de bens intermediários.
Já os destaques de 2007 mostram a retomada dos investimentos, incentivando a produção de máquinas e equipamentos. O crédito é o grande promotor do mercado interno de veículos automotores, e os setores têm sido fortemente influenciados por programas de complementação de renda, aumento do emprego e exportação, que dinamiza a indústria de alimentos. "Praticamente todos eles são de procedência interna", conclui o Iedi.

 



http://www.atarde.com.br

OCDE: Firme expansão econômica no Brasil vai continuar

 

O "Índice de Indicadores Antecedentes" (CLI, na sigla em inglês) divulgado hoje pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sinaliza a continuidade de "uma firme expansão" da economia brasileira nos próximos meses. O CLI do Brasil em maio subiu 2,4 pontos porcentuais ante o do mês anterior, atingindo 137,1 pontos. Além disso, a taxa de mudança do CLI do País dos últimos seis meses têm registrado uma tendência de forte alta desde janeiro passado, atingindo 13,6 pontos em maio.
O CLI é elaborado mensalmente pela OCDE, com base em indicadores econômicos de cada país. Ele tem o objetivo de "oferecer sinais antecipados de pontos de viradas entre expansões e desaquecimento na atividade econômica".
O índice divulgado hoje sugere que os países da OCDE vão continuar tendo "uma expansão econômica moderada". A exemplo do Brasil, a economia chinesa e a indiana vão continuar tendo uma "firme expansão". No caso da Rússia, a perspectiva econômica melhorou.

 


http://www.atarde.com.br

União Européia convida Brasil para ser parceiro estratégico

A União Européia convidou na quarta-feira o Brasil para participar de um pequeno grupo de parceiros estratégicos, o que líderes europeus esperam que ajude a revigorar as negociações comerciais globais, nas quais o Brasil tem um papel essencial.
Com essa parceria, o Brasil se equipara a outros grandes países emergentes --China, Rússia e Índia-- e permite ao país retomar uma parceria histórica com a Europa, segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A parceria foi definida na primeira cúpula realizada por Portugal na presidência rotativa da UE, que o país ocupa desde domingo. Lisboa promete usar esse período para ampliar os laços com suas ex-colônias.
"Como sou um homem de fé, acredito que esta parceria UE-Brasil vai ajudar que coisas que pareciam difíceis ontem não sejam mais difíceis amanhã", disse Lula a jornalistas. "Este acordo é do interesse de toda a América do Sul e do Mercosul" disse o presidente, acrescentando que abre caminho para um acordo comercial entre os blocos sul-americano e o europeu.
Pelo acordo, haverá cúpulas anuais entre UE e Brasil para tratar de questões como mudança climática e energia renovável, como o biodiesel, do qual o Brasil é um importante produtor.

RODADA DE DOHA

As negociações comerciais entre Mercosul e UE estão paralisadas à espera da conclusão -- que parece cada vez mais improvável -- da chamada Rodada Doha das negociações comerciais globais.

Mas líderes europeus disseram que as conversas com Lula podem ressuscitar Doha. "Esta cúpula conseguiu relançar as negociações", disse o primeiro-ministro português, José Sócrates. O presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, disse que Europa e Brasil vão trabalhar juntos para retomar a Rodada Doha.

No final de junho, uma reunião na Alemanha entre os quatro principais participantes desse processo -- Brasil, UE, EUA e Índia -- terminou sem acordo sobre a redução de subsídios e tarifas agrícolas nos países ricos e abertura de mercados industriais nos países em desenvolvimento.

Lula disse que os negociadores precisam se sentar à mesa novamente "com maturidade". "Em negociações não vale a pena ficar nervoso ou irritado", disse Lula, que age como porta-voz dos países pobres na Rodada Doha.

"O Brasil vai trabalhar incansavelmente para construir números que sejam factíveis para todos em volta da mesa, desde que nos lembremos que o mais importante é que os países pobres precisam ganhar mais, e os países ricos, menos."

Sócrates disse que o novo patamar das relações com o Brasil dá coerência à política externa da UE, que agora prioriza todos os chamados Bric -- Brasil, Rússia, Índia e China. Bruxelas vê o Brasil como um ator essencial na luta contra o aquecimento global, uma das prioridades da UE.

Em um sinal da determinação de Portugal de tirar vantagem da energia alternativa, a empresa Galp Energia assinou na quarta-feira um acordo com a Petrobras para produzir 600 mil toneladas de óleos vegetais no Brasil.

Em março, líderes da UE decidiram que os biocombustíveis devem representar pelo menos 10 por cento dos combustíveis de veículos até 2020.

O Brasil é o principal parceiro comercial da UE na América Latina. O comércio bilateral totalizou 39 bilhões de euros (53 bilhões de dólares) em 2005, sendo 23 bilhões de euros em exportações brasileiras, especialmente agrícolas, e 16 bilhões em importações.

 


 
http://www.atarde.com.br

Meio Ambiente X Indústria X Sociedade


O contexto sócio–psicológico em que a indústria opera atualmente sofreu pronunciadas alterações em função da ampla familiaridade do público com as idéias ecológicas.

As eco-catastrofes, tais como o constante vazamento de óleo dos grandes navios, são noticiadas com imagens que os modernos meios de comunicação transmitem ao mundo todo; elas dão origem a períodos passageiros de desaprovação máxima a indústria e, em conseqüência, a seus empresários.
O desmatamento, a poluição da água e do ar e problemas de infiltração do solo levaram o público a conceituar a indústria de forma extremamente negativa, percebendo-a como irresponsável ou indiferente para com o meio ambiente e, assim, indiretamente, para com os indivíduos e seus filhos.
Essa situação propõe novos problemas para seus dirigentes em relação à forma como eles devem se apresentar ao público.
Vários setores, procurando justificar práticas que foram criticadas, criaram organizações de relações públicas de porte respeitável. Um bom número de empresas tentou mostrar-se sob uma ótica mais favorável fazendo doações a grupos ambientalistas, muito embora esta atitude possa ter  efeito oposto ao desejado caso os grupos beneficiados fiquem com a imagem de comprometidos ou de dependentes. Outras destinaram verbas para pesquisa ou relações com a comunidade visando à solução de problemas ecológicos específicos.
Essas medidas, desde que executadas com honestidade, provavelmente ajudam a abrandar a crítica direta do público e a pressão da regulamentação. Ainda não se sabe se elas teriam efeitos sobre opiniões mais arraigadas da população.
Estamos caminhando para uma nova era de tecnologia limpa e segura para o ambiente. No caso específico do segmento industrial em geral, este, nunca esteve sob tanta pressão e observação de órgãos ambientais. Mas, mesmo antes dessas pressões já estávamos vivenciando tempos de mudança, melhorando a qualidade de nossos equipamentos.
Esta na hora de o empresariado mostrar à sociedade como está posicionado e o que esta realizando em benefício de um meio ambiente sadio e ideal de vida para todos nós viventes desse planeta.